Vivemos em uma sociedade que é muitas vezes preconceituosa, mas não podemos esquecer que isso é cultural. Vivemos em uma sociedade que é educada para discriminar, para que assim possa manter um padrão de superioridade e as pessoas possam se sentir bem às custas das outras. Vivemos em uma sociedade que precisa ser reeducada para que evite esse tipo de situação, mostrando o quanto desnecessárias essas atitudes são. Daí vem a pergunta: devemos reeducar a sociedade com tapas? Tipo educação tradicional, com uma régua na mão? Bem, já sabemos que esse não é o ideal.
Quando você diz que um personagem trans em uma novela de horário nobre é um "tapa na cara da sociedade", você está retratando isso como uma violência, e isso não faz sentido. Que violência há em mostrar a realidade dessa própria sociedade que, com diversas características, existe? Respeitar a vivência de alguém tem que ser colocado como algo agressivo? Discursos como "temos que afrontar mesmo!" soam assustadores na prática para mim. Não é uma afronta. Se você trata como afronta, as pessoas continuarão fixando a ideia de que é errado existir alguém diferente de si.
Devemos que nos reeducar também., afinal também fazemos parte dessa sociedade louca. Devemos retratar nossa presença como benéfica, não como uma afronta ou algo negativo a ser aceito. Não reivindique aceitação dos outros. Reivindique de si próprio/a. Dos outros, exija o respeito e a humanização nas atitudes.
Quando você diz que um personagem trans em uma novela de horário nobre é um "tapa na cara da sociedade", você está retratando isso como uma violência, e isso não faz sentido. Que violência há em mostrar a realidade dessa própria sociedade que, com diversas características, existe? Respeitar a vivência de alguém tem que ser colocado como algo agressivo? Discursos como "temos que afrontar mesmo!" soam assustadores na prática para mim. Não é uma afronta. Se você trata como afronta, as pessoas continuarão fixando a ideia de que é errado existir alguém diferente de si.
Devemos que nos reeducar também., afinal também fazemos parte dessa sociedade louca. Devemos retratar nossa presença como benéfica, não como uma afronta ou algo negativo a ser aceito. Não reivindique aceitação dos outros. Reivindique de si próprio/a. Dos outros, exija o respeito e a humanização nas atitudes.
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